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Dependendo da dívida, essa é uma situação que pode permanecer por muito tempo entre elas porque os juros cobrados por certos tipos de crédito, como o cartão, por exemplo, são exorbitantes.
Essa é uma má notícia se observamos que a maioria dos brasileiros endividados e inadimplentes estão com a fatura do cartão atrasada. Já escrevi em artigo passado sobre como, nessas situações, vale mais pedir um empréstimo bancário para liquidar essa dívida do que ficar pagando a taxa do rotativo, por exemplo.
No entanto, esses empréstimos também têm juros. E, quando a taxa Selic está alta, todas as modalidades de crédito tendem a ter algum tipo de acréscimo também.
Por isso, vale sempre fazer um cálculo entre as diferentes condições de empréstimos – até mesmo considerando as possibilidades que existem para Pessoas Jurídicas (PJs), caso de muitos brasileiros que trabalham como Microempreendedor Individual (MEI)
A taxa de juros vem para tentar abaixar os preços, mas afeta, com isso, a forma como as pessoas consomem. E, claro, afeta as dívidas que já estão ativas.
Nesse cenário, o ideal é sempre fazer um planejamento financeiro que leve em conta todas as contas possíveis. Se não der para pagá-las, como é o caso de muitos brasileiros, a solução passa por pesquisar alternativas viáveis de crédito. Há algumas que não são conhecidas do grande público, mas que têm linhas específicas para quem possui CNPJ, por exemplo.
Nesta época do ano, também é comum que as instituições façam mutirões de renegociação – que podem dar descontos expressivos dependendo da situação do credor.
E, claro, entra nisso até mesmo uma velha experiência da população: monitorar os preços dos produtos essenciais nos mercados cotidianamente e aproveitar oportunidades que surjam nesse processo.
LinkedIn: Breno Herman Mendes Barlach
Instagram: @planocde
*Este artigo é de autoria do colunista Breno Barlach e não reflete, necessariamente, a opinião do Banco PAN.
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